| Exemplo de entrevista com umapessoa muito celebre nos dias atuais, Cauã Reymond, feita pelo jornalista Pedro Bial. |
Esse assunto sem duvida é um dos assuntos que mais me faz pensar, refletir e até torcer para que não aconteça comigo no âmbito do jornalismo ao entrevistar, produzir matérias com possíveis pessoas da mídia, de esportes, da mídia ou de notoriedade não conseguir controlar o “lado fã” que todos nós temos e ferir bruscamente o profissionalismo ou até deixar de lado toda a ética que norteia o profissional da comunicação social, sobretudo o jornalismo e sem duvida isso feriria o desenrolar do trabalho, projeto, entrevista, ou seja, o que esteja sendo realizado naquele momento.
Um fato que ocorre com muita freqüência
é me perceber em um momento de devaneios a respeito de desenvolvimento de
alguma atividade jornalística com um ídolo meu e isso sempre me faz pensar em
muitas coisas e imaginar muitos momentos como, por exemplo, se viesse a
entrevistar meu grande ídolo no esporte, Cristiano Ronaldo, mesmo não sendo contemporâneo
e sem duvida ao começar a desenvolver a profissão seja no meio esportivo ou não
ele estará longe do auge e possivelmente estará se aposentando e por isso
provavelmente não conseguirei entrevista-lo, não enquanto for um jogador em
atividade, porem é possível de encontrá-lo ao aposentar-se e aí que eu acredito
que seria um momento constrangedor e de muito complicado desenvolvimento e de execução.
Pelo
que imagino, os profissionais de imprensa que passam por esses momentos de “nervoso”,
de “privação”,até me colocando no meio desses profissionais que possivelmente
pode vir a acontecer comigo, sem duvida tem a tendência de levar todos os fatos
e até questionamentos para o lado positivo até evitando qualquer tipo de
polemica ou levantamento de questões desagradáveis para o “ídolo” vinculado ao
processo. Outro fator destacável é a imparcialidade que essa admiração, inspiração
em alguns casos e com certeza seria prejudicial ao extremo para a produção de
um bom material de comunicação.
Uma
das certezas que tenho a respeito desse tema é a de que sempre precisarei e
preciso manter a imparcialidade e deixar a razão guiar toda e qualquer execução
nesse meio, é aonde aquela famosa frase faz sentido “deixar o coração de lado”
e usar apenas o lado profissional onde se estudou durante bastante tempo.
Resumindo esse assunto só posso expressar meu sincero desejo de por conta dos
meus estudos, da profissão que escolhi eu possa vir a conhecer grandes pessoas
e grandes personalidades que sem duvida é um fator de enriquecimento enquanto
pessoa e sem duvida enquanto profissional e o resultado disso só o futuro dirá.
CLAUDIO JR – BLOG DIÁRIO MODERNO – 10/01/2018
“Posso não concordar com nenhuma
palavra que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las”
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