Uma dúvida que muito ocorre na vida de jovens universitários e também em estudantes de idade mais elevada, por mais que com pessoas mais “maduras” essa dúvida ocorra com menos freqüência, de qualquer forma todos estão sujeitos a sofrer da famosa dúvida se a escolha pelo curso ou área de atuação é a ideal de acordo com suas aptidões,seus interesses, ou até seus sonhos mais genuínos e também se correspondem a visão que o universitário em questão tem de si mesmo ao atuar no mercado de trabalho.
Por muitas
vezes o universitário acredita ter se encontrado na profissão previamente
escolhida ou decidindo pela influência dos pais, familiares etc. Mas só ao
experimentar, tendo a vivência estando realmente dentro do ambiente que a
profissão lhe proporciona, o nicho que envolve a área de atuação. É possível
observar também se ali realmente é o seu lugar, e se não for? Para onde ir?
Quão drástica mudança? Muitas questões surgem quando uma decisão desse porte é
tomada ou se faz necessária no interior, um tipo de instinto do estudante.
Certamente
esse é o período da vida de um universitário com mais dúvidas, sendo muito raro
a existência de uma pessoa que “acerta” na escolha logo na primeira
oportunidade, se identifica e segue a sua primeira opção sem sequer ter um
impasse ao apontar o curso de sua preferência , também existem pessoas que
optam por realizar uma mudança no curso para estudar, por vezes drástica e
radical. Muitas vezes migrando. De como são conhecidas pela maior parte da
população, mudando das disciplinas “exatas” com predomínio da matemática e
afins para as de “humanas” que já diferem completamente as disciplinas lá
abordadas, o que sem dúvida muda consideravelmente todo e qualquer meta traçada
pelo estudante.
Em muitas
ocasiões o apoio de pessoas próximas, de amigos a familiares é de vital
importância, não só nessa importante tomada de decisão como na real corrida busca por um sonho, sem dúvida pode
impedir um amargo e desgostoso “arrependimento” futuro, sem falar na
infelicidade permanente que pode e certamente vai ocasionar. Sem falar no fato
de anular e vetar a possibilidade de existir um devaneio de “como seria” se
tivesse seguido outro caminho, se a dúvida que surgiu ao longo da graduação
tivesse dado certo. Talvez a pior sensação de toda a vida seja essa então sem
pensar duas vezes o melhor caminho é seguir os seus instintos e TUDO o que seu
coração diz a respeito de situações desse tipo.
CLAUDIO JR – BLOG PENSAMENTO LIVRE – 15/07/2017
“Posso não concordar
com nenhuma palavras que você disser,
mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las”

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